Com a miscigenação das culturas em nosso pais a dança do ventre é também muito popular em nosso pais, existem diversas academias de dança que ensinam a dança do ventre e é comum vermos apresentações das mesmas em festivais de danças culturais. Mas deixando um pouco o lado cultural a dança do ventre é também uma dança muito sensual e exuberante que nos encanta com suas lindas roupas de dança do ventre.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
O mito da "barriguinha" na Dança do Ventre
Neste artigo, a fisioterapeuta, bailarina e estilista de roupas de dança do ventre Cinara Klein desmistifica um desses eixos de desinformação que habita a mente de muitas mulheres: a idéia de que a dança do ventre "causa barriga".
Através de uma análise minuciosa baseada em evidências científicas, Cinara mostra o motivo pelo qual essa afirmação não pode ser realista e também desvenda as origens desse famoso mito.
A Dança do Ventre pode ser classificada como uma ótima atividade física, pois traz inúmeros benefícios à saúde física e mental de suas praticantes. Mulheres de vários países vêm usufruindo dessa atividade tão prazerosa.
Nos países do Oriente Médio - local de onde se originou esta dança -, os padrões de beleza sempre foram de mulheres com uma estrutura corporal maior e quadris avantajados. Quando a Dança do Ventre se espalhou por outros países, as mulheres que estavam acima do seu peso ideal sentiram-se mais à vontade para praticá-la. Talvez por esse motivo tenha surgido o mito da barriga na Dança do Ventre.
Ouve-se dizer, entre outras palavras, que o ato de praticar a Dança do Ventre provocaria "gordura localizada" na região do abdome. Mas como uma atividade física criaria um acúmulo de células adiposas (células que acumulam grande quantidade de gordura) na região abdominal?
Através de uma análise minuciosa baseada em evidências científicas, Cinara mostra o motivo pelo qual essa afirmação não pode ser realista e também desvenda as origens desse famoso mito.
A Dança do Ventre pode ser classificada como uma ótima atividade física, pois traz inúmeros benefícios à saúde física e mental de suas praticantes. Mulheres de vários países vêm usufruindo dessa atividade tão prazerosa.
Nos países do Oriente Médio - local de onde se originou esta dança -, os padrões de beleza sempre foram de mulheres com uma estrutura corporal maior e quadris avantajados. Quando a Dança do Ventre se espalhou por outros países, as mulheres que estavam acima do seu peso ideal sentiram-se mais à vontade para praticá-la. Talvez por esse motivo tenha surgido o mito da barriga na Dança do Ventre.
Ouve-se dizer, entre outras palavras, que o ato de praticar a Dança do Ventre provocaria "gordura localizada" na região do abdome. Mas como uma atividade física criaria um acúmulo de células adiposas (células que acumulam grande quantidade de gordura) na região abdominal?
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
A Evolução da Dança do Ventre
A dança do ventre é uma dança muito antiga e sua origem ainda hoje não é definitivamente estabelecida, havendo a contribuição para a sua forma como a conhecemos hoje. Há uma forte corrente de historiadores que defendem que a origem da dança do ventre é grega, onde faria parte dos rituais religiosos, outra corrente defende que a dança do ventre é originaria do Egito, discussões a parte a verdade é que essa dança com todas as suas variantes era utilizada em rituais das cerimônias da cultura religiosa e das festividades de diversos povos, e todos eles contribuíram para essa dança, que continua a se desenvolver até os nossos dias, sempre com inovações e movimentos novos.
Dança do Ventre
A dança do ventre é uma dança sensual essencialmente feminina, e somente mulheres dançam-na. Em paises como a Arábia saudita a dança do ventre tinha uma simbologia muito forte, sendo considerada uma dança sagrada e por isso os homens não podiam assistir as suas mulheres dançarem. Entretanto com o passar do tempo a dança do ventre saiu dos palácios orientais e encantou o mundo ocidental, pela sua beleza e sensualidade, mais precisamente no início desse século ela foi apresentada na cidade de Chicago, como a “danse du ventre” que traduzindo do francês para o português seria a dança do ventre. Hoje mulheres do mundo inteiro aprendem em academias e escolas de dança os segredos desta arte milenar, própria da cultura dos povos que a cultivaram ao longo dos séculos.
Aula Dança do Ventre
ndependente das diferenças de cultura e das fronteiras existentes entre muitas civilizações, e apesar de receber a influencia de todos esses povos onde foi cultuada nesse tempo, a dança do ventre tem uma personalidade própria, um estilo único e próprio, inigualável e que a identifica e diferencia de todas as outras formas de expressão musical através da dança. A dança do ventre tem uma mística muito forte e é comumente associada com a religião e a simbologia erótica, estando também relacionada com cultos da fertilidade e uma grande gama de símbolos e referencias. Essa diversidade de valores e simbologia tão rica fez com que ela fosse tanto amada como desprezada, havendo por muito tempo muito preconceito com relação a pratica da dança do ventre pelas mulheres ocidentais.
Roupas Dança do Ventre
Enfim a dança do ventre é uma dança muito sensual, desenvolvida de acordo com o corpo feminino, e a beleza da mulher fica muito evidente através desta dança, onde os movimentos mais pronunciados são com o abdômen, bumbum, braços e também com o pescoço, sendo tradicionalmente executada por mulheres com os pés descalços e vestidos coloridos e muito sensuais. Dançarinas da dança do ventre nos países de origem e nas festas tradicionais também utilizam animais, especialmente a cobra, que é muito rica em simbologia, estando ligada a elementos de magia. Utilizam também espadas, candelabros e véus, todos esses apetrechos conferem um ar de mistério que torna a dança do ventre ainda mais sedutora.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Sensualidade na Dança do Ventre.
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O fator sensualidade é o responsável pelo sucesso da Dança do Ventre. Ou você já viu algum bar que no lugar de 'Noites Árabes com Dança do Ventre' oferece 'Noites Francesas com Ballet Clássico?'
Contra fatos não há argumentos. A roupa sensual, os movimentos sinuosos, o música exótica e o olhar da bailarina juntos formam um time infalível. Não há quem não se perca naquela dança, inebriado. Homens e mulheres estão sujeitos ao feitiço.
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Então por que negar essa sensualidade tão forte e tão inevitável? Por que essa caretice que surge em alguns momentos em relação a roupas um pouco mais ousadas ou movimentos mais atrevidos. Com isso não estou dizendo que a bailarina tem que sair por aí dançando de fio dental e rebolando de pernas abertas, mas valorizar e explorar esse fator pode ser bem bom. Afinal de contas nós que praticamos a dança do ventre nos apaixonamos principalmente pela sua sensualidade e pela capacidade que ela tem de nos tornar mulheres sedutoras.
Então, sensualidade aliada ao bom gosto é algo lindo de se ver. O único cuidado que temos que tomar e não vulgarizar ainda mais a imagem da dança. Já vou avisando que não é a sensualidade que estigmatiza a dança do ventre como sendo vulgar, mas sim a postura das bailarinas que muitas vezes excede em amadorismo (em todos os sentidos).
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Eu sou a favor de uma dança do ventre sensual sim, sem dúvida. É ilusão nossa achar que o público leigo vai olhar para sua dança e admirar sua leitura musical ou seu domínio de ritmos. 'Ó... A bailarina marcou o contratempo corretamente!' Hahahaha... Nunca... O público leigo vai mesmo é olhar se você é bonita, se sua roupa é bacana e se você faz 'aquele negócio com a barriga.'
O que seduz mesmo o leigo é justamente o poder de sedução da dança do ventre. Foi o que seduziu você na hora de se matricular no curso. Quando digo sensual, não digo no sentido sexual, mas em toda a amplitude da palavra. Ele gosta de ver aquela mulher misteriosa se movendo de um jeito especial. Então, por que não alimentar nas pessoas esse sonho? Por que insistimos em ser tão nerds com dança e ficamos ofendidas quando alguém fala que dança do ventre é sexy?
Já vi bailarinas ficarem irritadíssimas com um comentário desses. E dizerem: Mas eu estudo tanto pra alguém dizer que minha dança é sexy? Pois eu digo, imaginem se não dissessem isso que chatice que não estaria sendo a sua dança?
Não tem jeito. Eu tenho um amigo que fez curso pra juiz de futebol. A gente tirava o maior sarro dele dizendo que ele corria atrás de 22 homens o dia inteiro. Até que um dia, fui assistir um treino dele. Rapaaaaiz... Nunca mais fiz nenhuma piada. O homem trabalhava doze horas por dia num ritmo alucinante. Mas a vida é assim, essas profissões alternativas sempre sofrem um estigma por não serem conhecidas. Eu há muito tempo já desisti de provar que treino e estudo igual uma louca para ser bailarina. Imaginem as enfermeiras, coitadas!
O negócio é saber tirar proveito da situação. A sensualidade é e sempre será a marca registrada da dança do ventre. Foi isso que a fez sair do Oriente e ganhar o mundo. Não vamos acabar com isso agora. É em vão, não dá pra tentar. Qualquer movimento de braço causa um estrago na plateia. Além disso, explorar a sensualidade nas aulas também é imprescindível, afinal a mulher que procura as aulas de dança do ventre, quer na verdade despertar a bailarina exótica e indefectível que mora nela. Igual aquela que ela viu dançar e a motivou a se matricular em um curso de dança do ventre... Quer algo que não é sensual? Vai estudar outra coisa!!!!!
FOTOS DA 5° AMOSTRA DE DANÇA DO VENTRE
Ahhhhh lembra do festival de dança do ventre que eu iria participar ???
Não estava mentindo não tá ?!! kkkkkk
Ohhhh.... só consegui estas fotos....hummm, .. é eu sei... :-( .... magoei ..
Mas logo, logo as outras chegam....
Agora deixa eu explicar:
Aquela ali sou eu !!
Onde?
Ali..... no casulo ?
Onde ?
Tá, tá eu sou a segunda da esquerda para a direita !!!
Com o véu wings prata ! hehheheh...
E nesta sou a segunda da direita para a esquerda !
De saia amarela e top branco!!
E a maravilhosa Renata Lobo ( para quem não sabe ela é a The Best of The Best ) é a primeira da esquerda (de saia rosa com várias pontas)....
E as outras maravilhosas são: começando pela esquerda!
Renata Lobo, Ellen Tafner (minha teacher), Kaká, Katia, Paty, Taty, euzinha, Dani !!
Onde eu tô ? Ahhhh.. ali.. de amarelinho.. lá atrás..
Coreografia I Will Survive !
Coreografia das taças !.. to ali de azul bebe !
E essa foto foi logo após as apresentações !
Teria ficado perfeita se a Miss Apressada aqui não tivesse tirado o traje... :-(... tá vendo o que faz a pressa? Estraga a foto dos outros....
Mas tudo bem .... tenho as fotos de cima para mostrar como realmente dancei.... heheheheh.. porque senão o povo duvida, é serio.. hehehehe.... tô brincando !!
As Belas Mulheres que fazem a Dança do Ventre

Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério.
Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres.
"A dança do ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de dança do ventre, Lulu Sabongi.
A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu.
Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.
A Origem da Dança do Ventre

A dança do ventre é uma famosa dança praticada originalmente em diversas regiões do Oriente Médio e da Ásia Meridional. De origem primitiva e nebulosa, datada entre 7000 e 5000 a.C,[1] seus movimentos aliados a música e sinuosidade semelhente a uma serpente foram registrados no Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, e tinham como objetivo preparar a mulher através de ritos religiosos dedicados a deusas para se tornarem mães. Com a invasão dos árabes, a dança foi propagada por todo o mundo.[2] A expressão dança do ventre surgiu na França, em 1893.[3] No Oriente é conhecida pelo nome em árabe raqṣ sharqī[4] (رقص شرقي, literalmente "dança oriental"), ou raqṣ bládi (رقص بلدي, literalmente "dança da região", e, por extensão, "dança popular"), ou pelo termo turco çiftetelli (ou τσιφτετέλι, em grego).
Origens
A origem é controversa. É comum atribuir a origem a rituais oferecidos em templos dedicados à deusa Ísis, em agradecimento à fertilidade feminina[6][7] e às cheias do rio Nilo, as quais representavam fartura de alimentos para a região; embora a Egiptologia afirme que não há registros desta modalidade de dança nos papiros - as danças egípcias possuíam natureza acrobática. É possível que alguns dos movimentos, como as ondulações abdominais, já fossem conhecidos no Antigo Egito, com o objetivo de ensinar às mulheres os movimentos de contração do parto. Com o tempo, foi incorporada ao folclore árabe durante a invasão moura no país, na Idade Média. Não há, contudo, registros em abundância da evolução na Antiguidade.
Por possuir elementos corporais e sexuais femininos, acredita-se que sua origem remonta ao Período Matriarcal, desde o Neolítico, cujos movimentos revelam sensualidade, de modo que a forma primitiva era considerada um ritual sagrado. A origem está relacionada aos cultos primitivos da Deusa Mãe, Grande Deusa ou Mãe Cósmica:[5][8][9] provavelmente por este motivo, os homens eram excluídos do cerimonial (Portinari, 1989). As mais antigas noções de criação se originavam da idéia básica do nascimento, que consistia na única origem possível das coisas e esta condição prévia do caos primordial foi extraída diretamente da teoria arcaica de que o útero cheio de sangue era capaz de criar magicamente a prole. Acreditava-se que a partir do sangue divino do útero e através de um movimento, dança ou ritmo cardíaco, que agitasse este sangue, surgissem os "frutos", a própria maternidade. Essa é uma das razões pelas quais as danças das mulheres primitivas eram repletas em movimentos pélvicos e abdominais.[10]
As manifestações primitivas, cujos movimentos eram bem diferentes dos atualmente executados, tiveram passagem pelo Antigo Egito, Babilônia, Mesopotâmia, Índia, Pérsia e Grécia, tendo como objetivo através ritos religiosos, o preparo de mulheres para se tornarem mães.[11](Penna, 1997).
O cinema egípcio começa a ser rodado em 1920, e usa o cenário dos night clubs, com cenas da música e da dança regional. Hollywood passa a exercer grande influência na fantasia ocidental sobre o Oriente, modificando os costumes das dançarinas árabes. Surgem bailarinas consagradas, nomes como Nadia Gamal e Taheya Karioca, entre muitos outros ainda hoje estudados pelas praticantes da Dança Oriental. O aspecto cultural da prostituição relacionada à dança passa a ser dicotomizado: criam-se bailarinas para serem estrelas, com estudos sobre dança, ritmos árabes e teatralidade.
No Brasil a dança foi difundida pela mestra síria Shahrazad e mestra Saamira Samia.
Na década de 1990, a dança do ventre teve o maior impulso durante a exibição da novela O Clone, pela Rede Globo de Televisão, produção a qual tinha por tema as peripécias de uma muçulmana marroquina em terras brasileiras. Contudo, o término da exibição da telenovela não arrefeceu o interesse, existindo atualmente diversas escolas e espaços de dança dedicados à "Raks Sharqi".
A Dança do Ventre, por não ter sido, em origem, uma dança moldada para o palco, não apresenta regulações quanto ao aprendizado. Os critérios de profissionalismo são subjetivos, tanto no ocidente quanto nos países árabes, embora já comecem a ser discutidos no Brasil.
Alusão às posições dos papiros egípcios
Na passagem para o formato de palco, determinados elementos cênicos foram incorporados, principalmente no Ocidente:
- Espada: A origem é nebulosa e não necessariamente atribuída á cultura egípcia ou árabe, sendo explicada por várias lendas e suposições.
- O que é certo, porém, é que a bailarina que deseja dançar com a espada, precisa demonstrar calma e confiança ao equilibra-la em diversas partes do corpo;
- Pontos de equilíbrio mais comuns: cabeça, queixo, ombro, quadril e coxa;
- Também é considerado um sinal de técnica executar movimentos de solo durante a música;
- Punhal: Variação da dança com a espada, também sem registro de uso nos países árabes.
- O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos;
- Véus: Ao contrário do que se pensa, é uma dança de origem ocidental norte-americana, tendo sido, portanto, criada há pouco tempo, ao contrário das danças folclóricas.
- Hoje é uma dança extremamente popular, e mesmo os leigos na Dança do Ventre costumam entende-la e apreciá-la.
Danças folclóricas
Candelabro (shamadan): Elemento original egípcio, o candelabro era utilizado no cortejo de casamento, para iluminar a passagem dos noivos e dos convidados. Dança-se, atualmente, como uma representação deste rito social, utilizando o ritmo zaffa.
- Taças: Variação ocidental da dança com candelabro.
- Khaligi: Dança genérica dos países do golfo pérsico. É caracterizada pelo uso de uma bata longa e fluida e por intenso uso dos cabelos. Caracteriza-se por uma atmosfera de união familiar, ou simplesmente fraterna entre as mulheres presentes. Dança-se com ritmos do golfo, principalmente o soudi.
- Jarro: Representa o trajeto das mulheres em busca da água. Marcada também pelo equilíbrio.
- Säidi: Dança do sul do Egito, podendo ser dançada com o bastão (no ocidente, bengala).
- Hagallah: Originária de Marsa Matruh, na fronteira com o deserto líbio.
- Meleah laff: representação do cotidiano portuário egípcio de Alexandria. As mulheres trajam um pano (meleah) enrolado (laff) no corpo.
As danças folclóricas normalmente retratam os costumes ou rituais de certa região de e por isso são utilizadas roupas diferentes das de dança do ventre clássica.
A dança com a cobra é considerada ato circense - a cobra era considerada sagrada no Antigo Egito e por isso algumas bailarinas fazem alusão nas performances - mas não é considerada representativa da dança.
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